Coisas itahyenses - Os ícones artísticos do bairro
Helcias Pádua

Depois do Mazzaropi, o nosso Juquinha é o ícone artístico que muito nos orgulha. Passa os finais de semana em Salvador com suas filhas Clara e Morena, mas os outros três a quatro dias durante a semana, esta no Itaim Bibi junto com a Yarinha, uma simpatia de pessoa. A musa inspiradora.

Por volta de 10 anos é que temos o privilégio e honra em poder cruzar pelas calçadas das ruas do bairro com uma figura impar. Essa pessoa, o cantor, o compositor, o poeta e humorista Sr. Juca Chaves. Comum é vê-lo caminhando sozinho, como um simples mortal, ou mesmo acompanhado pela ainda bela Yarinha.

Bem mais fácil é encontrá-lo sentado em uma das mesas da Praça de Alimentação, aqui no Hipermercado EXTRA ITAIM. Gentilmente atende a todos que o procuram, desde os passantes que avistam-no pela primeira vez ou os que tomados de coragem se aproximam pedindo autógrafo e mesmo para um simples e bom bate-papo e cafezinho. Aliás, um gostoso café.

De quando em quando, ele o itahyense parcialmente residente, como faz questão de dizer, oferece um espetáculo, gratuitamente, aos amigos e moradores, lá no seu Espaço Cultural Juca Chaves. Aí é quase uma hora de risos, boa música e ótimos poemas. Tem pessoas da geração dos anos 60, como eu e a Silvana/VivaSP que chegam a se emocionar. Mas também se nota a presença de representantes de gerações mais recentes. Acredito que gostam bastante.

Depois do Mazzaropi, o nosso Juquinha é o ícone artístico que muito nos orgulha. Passa os finais de semana em Salvador com suas filhas Clara e Morena, mas os outros três a quatro dias durante a semana, esta no Itaim Bibi junto com a Yarinha, uma simpatia de pessoa. A musa inspiradora.

# Importante mesmo é ser itahyense, desta várzea com pedregulhos no fundo do Jurubatuba, região de José Vieira Couto de Magalhães, o tio do Bibi.
Pessoal, vamos repetir, fazer bis, ou em tupi-guarani "bibi".
Vamos hastear a nossa bandeira e cantar o nosso hino no aniversário do Itaim Bibi/08.